Capricho

Revista Capricho
Ano: 1999

Como foi fazer Schizophonic, seu primeiro CD sem as Spice Girls?
Geri – Foi ótimo. Um trabalho sob medida para a minha voz. Me senti livre, sem ter que me acomodar a nenhum tipo de exigência, senão as minhas próprias. Foi libertador e divertido. A diferença é como da água-de-colônia para um perfume.

Você está participando das Nações Unidas sobre a saúde da mulher e sexo seguro?
Geri – Eu estou emprestando a minha fama para uma causa que considero das mais importantes. Os jovens querem estar informados e eu posso dizer a eles, do jeito deles, o que se passa no mundo. Se você educa corretamente sobre os perigos e sobre a realidade consegue mais resultados. E temas como prevenção da Aids e gravidez de adolescentes não podem deixar de ser debatidos. Há muita pressão sobre os jovens.

Você se sente pressionada neste momento da sua vida?
Geri – Claro! Sinto todos os olhos voltados para mim. As pessoas me olham com curiosidade para ver como estou indo. Quero dar certo, fazer as coisas direito. A gente não pode deixar o medo dominar.

Você passou um tempo na casa do velho ídolo da música pop George Michael. Ele é um amigo do tipo conselheiro ?
Geri – Ele me disse pra pegar leve, baixar a bola e ir devagar, num momento em que estava pisando com tudo acelerador. Nos encontramos na entrega de um prêmio. E passamos a nos falar bastante por telefone. Não saíamos. Mas, depois que deixei as Spice, não tinha aonde ir.(…). Aí, George me deixou uma mensagem para que eu passasse uns dias com ele. Acabei ficando alguns meses. Então cuidado se você me convidar para visitá-lo… (risos)

Dá pra dizer que a aventura continua ?
Posso dizer que sim. Estou escalando uma montanha sozinha. O que dei de bom às Spice continua comigo de forma ampliada. É como se fosse uma nova aventura e eu espero que as pessoas venham comigo. Sempre haverá uma nova montanha para escalada. A gente tem que saber enfrentar dificuldades, pois só isso faz crescer.

Lembrando da música Wannabe, sucesso das Spice Girls:” Tell me what you want, what you really really want?” ( Me diga o que você quer, o que realmente quer?)
Ser feliz. Quem não quer ser feliz ?

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