Mel C: “Quando voltei a fazer shows com as Spice Girls, eu não sabia quem eu era como Sporty Spice”

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A cantora, que saiu de uma turnê com as Spice Girls e emendou com uma série de shows com drag queens do grupo Sink The Pink, falou sobre o título que a tornou famosa e como a comunidade LGBTQ+ a ajudou aceitá-la.

Melanie C acaba de sair de uma série bem-sucedida de shows com as Spice Girls – menos Victoria Beckham – pela Europa e não quer parar para descansar. Por isso, a britânica praticamente emendou com sua nova turnê em parceria com o coletivo queer Sink The Pink – que começou em São Paulo e passará por cidades como Dublin, Amsterdã e Brighton.

“Meus pés praticamente não tocaram o chão nesse intervalo”, diz a britânica sobre o gap entre a Spice World e seu novo projeto e entrevista a Vogue. “Usamos o curto período para ensaiar e deixar tudo pronto para a apresentação com Sink the Pink. Eu sabia que a capital paulista seria o melhor lugar para iniciar a turnê por causa do público caloroso”, completa.

A cantora veio acompanhada de quatro drag queens que se transformaram em Emma Bunton, Victoria Beckham, Mel B e Geri. Nas performances, títulos como “sporty spice” e “baby spice” ganham um tom mais caricato e Mel C diz que aprendeu a abraçar o que a tornou famosa.

“É engraçado que quando voltei a fazer shows com as Spice Girls eu não sabia quem eu era como Sporty Spice a esta altura da minha vida. Mas, de alguma forma, acho que continuo exatamente a mesma (risos). Algo que o público LGBTQ me ensinou foi a autoaceitação. Então, não posso ignorar que grande parte de mim foi e é a “Sporty Spice”. Ela está aqui dentro (risos). Sou mãe, amiga, cantora e muito “Sporty Spice” também”.

Aqui, elas se apresentaram durante a Parada LGBTQ+ de São Paulo . Para a britânica, um show importante num momento importante para o País. “Foi muito especial visitar o Brasil, porque aconteceram algumas mudanças políticas e era importante estar ali com minhas lindas amigas”, relembra antes de completar: “Agora, estamos em Nova York celebrando os 50 anos de Stonewall, garantindo mais um momento marcante para o orgulho da diversidade. Tenho me sentido honrada e privilegiada por poder ser aliada dessa comunidade.”

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